Saudade da minha infância, de quando as nuvens eram feitas de algodão e todas as pessoas eram nossas amigas. De quando a palavra falsidade não era conhecida e podíamos falar tudo o que tinhamos vontade.
Saudade de brincar na rua até altas horas da noite sem me preocupar com o dia de amanhã; de passar horas construindo uma casa pra Barbie e montar toda uma hsitória naquilo ali.
Saudade da não-responsabilidade e muitas vezes da não-insegurança. De cantar músicas sem saber a letra, de passar a manhã toda vendo TV e os filmes que ainda eram em VHS. Quando os medos eram apenas dormir sozinha num quarto escuro ou da bruxa da " Chiquititas", e a palavra tédio não existia.
Saudade de achar que o mundo era pequenininho do tamanho de um botão, de achar que era apaixonada por vários meninos ao mesmo tempo quando eu nem sabia o que era a palavra "amor" direito. De estourar balões em festas de aniversário e das festinhas de boneca.
Saudade de sair correndo por aí sentindo o vento bater no rosto e colhendo as flores que encontrava pelo caminho; contar tudo por meu cachorro e de escrever um monte de coisa que eu sentia em em folhas cor-de-rosa de um Diário que ficava guardado debaixo de sete chaves.
Saudade da sinceridade das pessoas, e que quando não gostava de alguma coisa era só começar a chorar que o choro comovia a todos. Do clubinho na hora do recreio e de juntar a sala toda para brincar de Caverna do Dragão ou Power Rangers, onde tinhamos super poderes para fazer as coisas que a gente quisesse.
Saudade dos que eram meus amigos e sumiram como uma poeirinha mágica pelo tempo. De quando as coisas eram menos complicadas e não era necessário pensar muito para chegar a uma conclusão.
Hoje eu sei que é muito melhor um brinquedo quebrado do que um coração quebrado e que existem coisas que não esquecerei jamais, mesmo que o tempo passe e as coisas mudem de lugar. Sei também que o tempo voa e temos que viver tudo que há pra viver, o tempo não volta atrás.
Saudade de quando eu não sabia que: saudade não tem tradução.
Saudade de brincar na rua até altas horas da noite sem me preocupar com o dia de amanhã; de passar horas construindo uma casa pra Barbie e montar toda uma hsitória naquilo ali.
Saudade da não-responsabilidade e muitas vezes da não-insegurança. De cantar músicas sem saber a letra, de passar a manhã toda vendo TV e os filmes que ainda eram em VHS. Quando os medos eram apenas dormir sozinha num quarto escuro ou da bruxa da " Chiquititas", e a palavra tédio não existia.
Saudade de achar que o mundo era pequenininho do tamanho de um botão, de achar que era apaixonada por vários meninos ao mesmo tempo quando eu nem sabia o que era a palavra "amor" direito. De estourar balões em festas de aniversário e das festinhas de boneca.
Saudade de sair correndo por aí sentindo o vento bater no rosto e colhendo as flores que encontrava pelo caminho; contar tudo por meu cachorro e de escrever um monte de coisa que eu sentia em em folhas cor-de-rosa de um Diário que ficava guardado debaixo de sete chaves.
Saudade da sinceridade das pessoas, e que quando não gostava de alguma coisa era só começar a chorar que o choro comovia a todos. Do clubinho na hora do recreio e de juntar a sala toda para brincar de Caverna do Dragão ou Power Rangers, onde tinhamos super poderes para fazer as coisas que a gente quisesse.
Saudade dos que eram meus amigos e sumiram como uma poeirinha mágica pelo tempo. De quando as coisas eram menos complicadas e não era necessário pensar muito para chegar a uma conclusão.
Hoje eu sei que é muito melhor um brinquedo quebrado do que um coração quebrado e que existem coisas que não esquecerei jamais, mesmo que o tempo passe e as coisas mudem de lugar. Sei também que o tempo voa e temos que viver tudo que há pra viver, o tempo não volta atrás.
Saudade de quando eu não sabia que: saudade não tem tradução.
Esse texto me lembra um que eu escrevi, cujo título é "Nostalgia". Você descreveu absolutamente tudo, todos os sentimentos possíveis. Texto muito bom, muito bem escrito e com uma sinceridade que só sai do coração de pessoas assim como você: puras de coração [Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus. (Mateus 5:8)]
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